Depois da decisão de ir em frente e ter estabelecido contacto com a escola de Pole Dance...
Fui contactada para fazer uma aula experimental...
Foi e não foi o que esperava. Não estava à espera de grandes voos nem grandes passos, fiquei surpreendida, pois foi divertido e sem dúvida motivou-me a continuar.
Estava numa fase em que precisava de arranjar um hobbie, de preferência desportivo para descarregar a minha raiva, além de que sou demasiado stressada.
E surpreendi-me comigo mesma.
Eu que sou uma baldas passei a ser a primeira a chegar e a última a sair.
A querer fazer tudo até coisas para as quais ainda não tinha preparação.
Comecei até a ficar tão entusiasmada que apetecia-me contar a toda a gente.
Mas mantive segredo durante um tempo.
Não contei a toda a gente como é óbvio, mas cheguei a um ponto que deixei de esconder e se falarem disso falo abertamente.
Está a criar-se uma movimentação para demonstrar que o Pole Dance não é uma dança feita apenas por strippers. Qualquer mulher o pode fazer. Está-se a trabalhar mais a parte acrobática, de forma a fazer ver que é um desporto qualquer.
Um desporto que me orgulho muito de praticar.
Hoje em dia agradeço ao "sujeito" que me deixou e que me fez ter coragem para entrar na escola de dança naquele dia.
O Pole Dance é muito melhor que ele.
Ainda bem que ele saiu da minha vida.
Ainda bem que o Pole Dance entrou... para nunca mais sair.
Agora sim estou mais feliz
Dançar faz-me feliz.
Kat

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